Pausa para prozear =)
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10 setembro, 2016

'Basta-me'

Nao faça pouco...
Nao creia muito, nem pouco 
Nao queira pouco...
Mas seja o pouco do mundo que me basta.
(AC. Lara)

21 maio, 2016

Apenas as lembrancas ...


Lembranças honestas, cativas,
Sonetos diários.
Felicidade muito mais q rima, cumplicidade...
A nossa verdade.
Trazida ñ só em imagens.
Poesia sem texto, poesia vivida
 em largos sorrisos, sorrisos de vida. 
O que ele levou e comigo vão ficar.
O que basta, é o que importa...
O que me deixou de energia boa
A que não se conquista com qualquer pessoa
 ou em qualquer lugar...
O nosso segredo 
que nunca iremos contar
E tudo de bom que se viveu, 
é a riqueza que ninguém terá. 

Voce sempre haverá de estar
no significado do amar
numa semente,
numa planta,
num gesto,
num olhar...
E muito mais
que ondas
fomos e seremos
eternamente
MAR.

( "Quem é do mar não enjoa"_  AC.Lara `)
‪#‎lutoeterno‬




10 junho, 2015

Entrelaçados.

Amo teu cheiro de mar...
teu olhar...
desde sempre,
apaixonadamente,
como se nada houvesse
passado...
ou nos deixado.
Como se o acaso
fosse programado.







23 abril, 2014

Pausa


Pausando por um instante para perceber a cortina de renda que se deixa levar pela brisa do outono emprestando a sua leveza ao momento, enquanto o som dos passarinhos la fora ninam a minha alma e quase esqueço do vazio causado pela saudade que sinto.

10 abril, 2014

Sua poesia...

Seu olhar, seu sorriso, seu nome composto, seu gosto, seu carinho, seu companheirismo, sua cumplicidade, seu empenho, sua coragem, seu coração, seu riso, seu cheiro, seus trejeitos, seu prazer de me irritar e de me ouvir rir, suas maos, seu beijo, suas chatices, seu amor, nosso amor, nossos momentos, nossas lembranças, nossa historia, nossos sonhos, nossa vida... 

17 outubro, 2013

Gratidão pela vida, simples assim! (Video legendado)

 Sao pequenos grandes detalhes como esses, que me movem e ao mesmo tempo, me fazem firmar meus pes nessa terra e sentir a vida percorrer.




01 outubro, 2013

Madrugada pensativa


E a madrugada tece pensamentos soltos, perdidos, deixados em algum lugar  e que voltam, sempre que a mente vaga , um deles me busca como serpente dando o bote com seu veneno. Entao tudo o que sei, nao sei se sei ou se deixei estar e esse veneno que ja me correu queimando a veia , hoje me imuniza e paro de pensar. Minha alma se acha se perdendo, nao eh pra ser entendida, apenas zelada e solta quem sabe, por entre as lembranças em que te conheci. Mas, que como toda lembrança e todo instante, passam e eu continuo aqui com a mente vaga, mas com a vida preenchida de mim. 

As melhores vitorias sao as sobre nos mesmos…serah?  digo que em muito me venci, mesmo quando perdi… mesmo quando assumi o que acreditava sem ao menos pestanejar que as crenças sao capazes de mudar. Ateh pessoas mudam da agua para o vinho ou do vinho para a agua … outras, ate para a agua que nao vale a pena beber. E as que deixamos  pelo caminho, fica o gosto agridoce na mente vaga. 
Basta! da ingrata certeza de que nao importa o quanto, mas a sensação de que nunca vivemos  algo o suficiente vai sempre restar em algum momento. Nada eh tao tedioso a ponto de durar do mesmo jeito pra sempre… e a vida, que eh feita de ciclos, nao comporta tal desperdício de tempo e de almas... 
Sou feita do que faço de mim e do que fiz. Sou feita de cada pessoa que cruzei, de cada amor que eu tive... Sou feita das injustiças que vi ou cometi, das mentiras que ouvi, das melhores coisas que senti. Nao fui feita pra coisa feita... nem tampouco sei mais de mim, mas sei ao que ou a quem nunca pertenci...
O nosso caminho tem a facilidade de ser feito de escolhas … agora, por exemplo, o melhor que faço eh  dormir.

21 fevereiro, 2013

Flagrante de celular: O sabor da boa infância


Domingo passado, encontramos esses meninos na praia, que entre uma cambalhota e outra, se divertiam em gargalhadas deliciosas, com o que apenas tinham ali, mar e areia. 
Com sabor de simplicidade enriquecida, de infância despreocupada, livre, antiga... como aquelas das velhas historias de nossos avós. Nao poderia deixar de registrar e pega de surpresa sem a câmera (aliás, sempre tenho vontade de me matar quando vejo uma foto sem a câmera),foi mesmo sendo de celular, pecando na qualidade,mas valendo na intenção de ficar para a lembrança dessa alegria quase que palpável sem precisar de tanto.  











24 novembro, 2012

Ponto fraco chamado poesia



Quando tiver sessenta

Emociono-me com as minhas poesias, mas essa me pegou e acabei  em lágrimas. Acho que se eu publicasse um livro de poesias, eu seria a leitora mais assídua...rss





08 agosto, 2012

Vento pela janela...


 Esse tempo que me traz o vento que celebra o tempo de algo que nao me deixou...

_Ana Claudia Lara

04 agosto, 2012

Seu sono tranquilo


Lua clareando o seu rosto sereno, adormecido...
Eu olhando para o nada...  dormi velando seu sono tranquilo.

Manhã iluminada acordei sobressaltada, era um beijo... voce se despedindo.



(Ana Claudia Lara)

11 julho, 2012

Fora de foco.

Resolvi que a tarde de hoje eh minha. Dando uma respirada, ouvindo Adele, repensando certas 'coisitas'...  precisando me focalizar e trazer mais para perto, energias que nao sejam nem artificiais e nem superficiais. Quero ser acrescentada =)
E mais:

Nao, nao preciso...
de sonhos incompletos,
de gente incompleta,
de prazo vencido.

Nao, nao preciso...
 pensar sobre o que nao sou,
agradar quem nao quer sorrir,
perder meu humor.

Nao, nao preciso...
confiar em quem desconfia,
desconfiar do que devia,
ver quem nao consegue enxergar,
falar o que poderia.

Nao, nao preciso...
de um mundo de mentira, de injustiças e eufemismo.
de gente explorando friamente gente com desculpa de capitalismo,
de gente de personalidade falsificada e formatada, que nao sabe nada,
sem ideia de que pode ser muito mais do que isso.

Preciso sim, em primeiro lugar...

nao me expor,
saber porque sou,
como sou,
onde estou,
onde vou,
porque vou...e se quero ir.


E mais do que qualquer coisa, preciso nesse momento...

dos meus risos soltos,
de minha alma vazia,
do silencio da sabedoria,
das tuas maos macias,
do vento no cabelo,
fazer poesia.

(Ana Claudia Lara em 'Vida em Verso e Poesia' no blog 'Alma Andarilha')
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